6 de out. de 2009
querendo voltar
Vou lá fazer figuração na novela das 8 :-))))
Escrevi aqui pra aumentar o compromisso. Vai ficar muito chato não voltar. E nada como umas miniférias pra isso, já que adoro falar das minhas (poucas) viagens. Estou devendo até hoje aquele superpost sobre Carneiros-Maceió-Rota Ecológica. Esse não sei se vai sair, faz tanto tempo... Mas com a inspiração voltando, quem sabe saem pelo menos umas fotinhos retroativas.
Loooouca pra escrever.
Abraços e até.
21 de jul. de 2009
ops! alarme falso...
Pô. A gente negocia, baixa preço, chega num acordo tri bom pra eles, sabe assim? Mas na hora do vamu vê, eles furam. Desistem. Pulam fora. Escapulem.
Magoei.
Então, segue tudo como antes. Apê à venda. Ainda. Agora sem pressa, não é sangria desatada. Alguém vai querer o nosso apê. E vai ser muito feliz nele, eu sei.
Mas não vai ser essa gente sem palavra aí não. Humpf.
16 de jul. de 2009
vendido!
Feliz do casal que fez negócio conosco. Tenho certeza de que passarão dias maravilhosos ali.
Uma nova etapa, para nós e para eles. E viva a mudança!
11 de jun. de 2009
num ponto equidistante entre o Parcão e a Redenção...
Aos que não sabem, eu e Fredo estamos dando um upgrade em nossa vida conjugal. Adquirimos um apartamento de três quartos (oops! vem gente aí? suspense...), garagem e 106 metros quadrados. Foi amor à primeira vista. Movidos pela emoção, fechamos negócio em tempo recorde. Vimos o apartamento apenas uma vez. Não sabemos se a instalação elétrica funciona, nem se há vazamentos. Muito menos se os vizinhos são legais. Cegos de paixão, deixaremos que ele nos surpreenda. E seja o que o Síndico quiser.
Mas isso é assunto para posts futuros. O que interessa aqui é o apartamento em que moramos, este em que me encontro neste exato momento. Ele precisa ser vendido, o que muito nos entristece. Mas é a vida, não é? Já o colocamos em algumas imobiliárias, mas achei que não custava nada divulgá-lo em meu próprio blog. Afinal, todo mundo sabe que esses sites de imobiliárias nunca dizem a verdade. Ou afirmam que o imóvel é ótimo quando está em estado calamitoso, ou então não conseguem transmitir o quanto ele é verdadeiramente bom. Este é o nosso caso.
Então vamos a ele. Não é casa, nem apartamento. É, simplesmente, apê. É assim que o chamamos desde sempre. Um carinhoso apelido a um lugar que tem muitas e boas histórias para contar. E que é cheio de alma, de astral, de boas lembranças (me perdoem se isso ficar piegas).
Num ponto equidistante entre Parcão e Redenção
A localização é realmente privilegiada, não é papo de corretor. Está no bairro Rio Branco - um dos que mais se valoriza em Porto Alegre -, num ponto equidistante entre o Parcão e a Redenção. Você escolhe onde quer caminhar ou tomar chimarrão. Decida-se: ou vai para o Bom Fim, ou para o Moinhos. Por isso, não se preocupe em ter um estilo só. Morando aqui, você pode ser alternativo e ir ao brique aos domingos e tomar ceva na Lancheria do Parque, ou então vestir sua melhor roupa e curtir a badalação da Padre Chagas. E não precisa nem ir de carro.
Exibir mapa ampliado
Se você gosta de futebol, nem precisa de pay per view. Tem vários bares próximos pra torcer com a galera. E, claro, num pulinho você está comemorando a vitória do Grêmio ou do Inter, porque estamos a uma quadra da Goethe. Se você não curte futebol tanto assim, nem esquente. Logo, logo, vai todo mundo pra casa e a paz volta a reinar. Como em qualquer outro lugar de Porto Alegre.
A verdade é que aqui você tem tudo na mão. Supermercados, bares, botecos, armazéns e restaurantes. É uma zona residencial muito bem servida, digamos assim. Este foi um dos grandes motivos para, durante anos, nós sequer pensarmos em sair daqui. E vamos até continuar no mesmo bairro! Sim, no mesmo Rio Branco, acho que a menos de 500 metros do apê.
O condomínio e a vizinhança
O prédio é pequeno, tem apenas dois pavimentos. Embaixo é comercial (uma farmácia para diabéticos na esquina e o escritório de um advogado muito discreto). Em cima, apenas você e a sua vizinha, uma pessoa também muito discreta. Claro que não temos nenhum controle sobre o humor dos vizinhos, mas aqui, se você gosta de ouvir música bem alto ou de reunir os amigos e ficar de papo até altas horas, dificilmente alguém irá reclamar. Conosco nunca aconteceu, e olhe que volta e meia a gente se empolga um pouco além da conta.
Obviamente, o edifício não tem portaria, elevador, sala de fitness, playground ou qualquer dessas frescuras de condomínio classe média. Mas, dependendo de quem você é, ainda bem, né? Morar num lugar assim tem muitas vantagens: você tem muito pouco com o que se incomodar, o condomínio é baixinho (em torno de 90 reais por mês), tudo é muito enxutinho. Menos, definitivamente, é mais.
Pra que garagem?
Buenas, você já deve estar imaginando que o apê não tem garagem. É, não tem mesmo. Eu e Fredo temos um carro, que sempre foi guardado na garagem-posto que fica ali na Cabral. É uma boa opção, mas não a única. Há outras garagens no entorno. Se você não tem carro (nos dias de hoje, isso não é uma má ideia!), esse é o lugar perfeito. Mas, se tem, não se preocupe. Nós sempre tivemos e moramos aqui por mais de 10 anos. Pra tudo tem um jeito.
Uma das soluções, claro, são as abundantes opções de transporte público. Você tem algumas linhas de ônibus passando na Goethe/Mariante para vários lados da cidade. Se nenhuma servir, em cinco minutos você está na Protásio Alves e vai para onde quiser. Se ainda assim o seu lado é outro, pegue um pouco mais de ar e suba a lomba da Miguel Tostes para chegar à Mostardeiro. Ou seja, quase todos os ônibus e lotações de Porto Alegre passam por aqui.
Por dentro
Vamos lá. O apê tem 65 metros quadrados. Um ótimo tamanho para um dois dormitórios, não é? Se você tem visto o tamanho dos apartamentos novos que andam construindo por aí, sabe do que estou falando. De que adianta ter suíte se você mal consegue abrir a porta do roupeiro? Aqui não tem isso. As peças são amplas e bem distribuídas (argh, fui contaminada pela linguagem dos corretores). Todo ele foi reformado. O parquet recebeu sinteco, as paredes foram pintadas, os rodapés trocados. E não há vestígio de cupins. Fizemos tudo isto para você.
O banheiro
Este é um capítulo a parte. Sério, o banheiro é um salão de baile, considerando os padrões atuais. Antigamente, ele tinha uma banheira, daí você já imagina o tamanho. Mas nós já fizemos essa obra para você. E o melhor, ele não é azul marinho nem rosa choque, e sim todo clarinho, reformadinho, uma tetéia. Acredite, você quase poderia morar nele.



A cozinha
A cozinha não chega a ser um salão, mas se é grande o suficiente para o Fredo inventar suas mil guloseimas, deverá ser para você também. E foi recentemente reformada. Aqueles azulejos originais, cheios de florzinhas, já não existem mais. Os móveis são planejados Todeschini, top de linha. Tudo é muito clean e funcional, porque esse é o nosso estilo. Se for também o seu, bingo!



O quarto "do casal"
O quarto principal, ou do casal, também tem um ótimo tamanho. Para se ter uma ideia, nosso guarda-roupa tem sete portas, sendo uma delas maior que as outras seis. E vai do chão ao teto, imenso. Esse a gente está pensando em levar para a casa nova, mas nada que uma boa negociação não nos convença do contrário. Faça sua oferta :-)
O living
A sala é grande, e eu acho que nós não a aproveitamos em todo o seu potencial. Você, que certamente tem excelente bom gosto, poderá organizar os móveis melhor do que nós e terá um maravilhoso living para receber os amigos, fazer suas refeições, ver TV e etc. Tem tudo para ser um ambiente ainda mais aconchegante. E nós já fizemos o buraco na parede para você instalar o seu split.
O quarto menor
O outro quarto é um pouco menor que o principal. Serve para muitas coisas: o seu home-office, o quarto do seu filho (se for o caso), o quarto de hóspedes ou o depósito das coisas que você quer se livrar mas não tem coragem. Tudo depende de como você vive, se é solteiro ou casado, em que trabalha... só sei que ele é extremamente útil.
O sol
O apê é de esquina e todas as janelas dão para a rua, exceto a da área de serviço/cozinha. Nesta, você é abençoado por um gostoso sol todas as manhãs. Ótimo para secar a roupa. Também pega um bom sol à tarde no quarto menor. Na sala e no quarto principal, só pega sol numa determinada época do ano, que eu nem lembro qual é. Mas isso nunca me incomodou, sabe? Recomendo ter ar-condicionado nestas duas peças, como nós temos. E está tudo resolvido.
O prédio será reformado e você não vai pagar por isso
Você vai adorar saber disso: nós estamos pagando, desde o início do ano, uma chamada extra para a reforma externa do prédio. Sim, porque, sejamos sinceros, ele está bem caidinho. Mas a boa notícia é que quem comprar o apartamento não precisará pagar por esta obra. E já sabe que o imóvei vai ter outra cara logo, logo.
Vai ficar aí parado? Ligue djá!!!
Fale a verdade. Você amou, não é? Já está se imaginando morando aqui e como os seus móveis ficariam lindos no apê? Sim, eu também acho, ficarão perfeitos. Estamos pedindo 145 mil reais por ele. Converse conosco. Faça sua proposta. Se você ficou interessado, mande um e-mail agora para nanda.vier@gmail.com. Se conhece alguém que possa se interessar, mande o link deste post. Ele vai lhe agradecer para o resto da vida por uma dica tão valiosa.
Obrigada!
5 de abr. de 2009
elucubrações em stand-by
29 de mar. de 2009
acontecimentos
Sábado 21: camarão na moranga
No sábado passado Fredo e eu fomos jantar em Guaíba com a Fê e o Ricardo, nossos afilhados de casamento. Também estavam o Dudu e a Ale (outro casal de padrinhos deles) e os pais da Fê, tia Teresinha e tio Fernando. Clima total família no ar. Muito agradável. Ainda mais com o Ricardo surpreendendo na cozinha com um belo camarão na moranga. A foto ali não está digna de tão saborosa iguaria (ainda não me entendi bem com a câmera do meu novo celular). A Fê também mandou bem na sobremesa e nos nachos de entrada.
Repeti mais de uma vez (para os distraídos, isso significa que comi três vezes, e não duas).
Domingo 22: tchau, vô Cici
No domingo (22) recebi a notícia do falecimento de meu avô, pai do meu pai. Costumávamos dizer que o vô Cici já tinha morrido e que aquele era, na verdade, ele "mumificado". Bom, não era bem assim. Ele estava vivinho da silva, embora completamente senil, com seus incríveis e improváveis quase 100 anos. Ninguém sabia ao certo se eram 96, 98... não que faça muita diferença. É quase um século de vida.
Era meu último avô vivo. Finalmente descansou (eufemismo pouco é bobagem). Deu um trabalho danado pra minha tia Mita (sempre sobra pras filhas mulheres, não é?), que cuidou dele até o último momento com desmedida dedicação. Quando soube da notícia, decidi, para surpresa de toda família, ir ao enterro. Tinha prometido isso a mim mesma uns tempos atrás. Se não fizesse, o remorso me perseguiria para o resto da vida. Lá fomos, Fredo, eu, pai e mãe rumo a Pelotas. Ele seria enterrado na famosa "Povo Novo", o vilarejo - hoje promovido a cidade - onde meu pai nasceu há quase 72 anos.
Bom, as coisas não aconteceram exatamente como planejamos. Se não fosse triste, era piada: chegamos atrasados ao enterro. Não pude me despedir do meu avô. Nem eu, nem meu pai. Foi uma sucessão de trapalhadas, um festival de "achismos". Resultado: chegamos meia hora depois. Tristeza. Frustração. Decepção. Mas a certeza de ter feito a coisa certa. Vô Cici, descanse em paz.
Se atrasar para enterro? Ahan. Aconteceu comigo.
Quinta-feira 26: a entrega das chaves
Finalmente minha mãe tem as chaves de seu novo apartamento nas mãos. Se tudo correr bem, a mudança acontece na semana que vem. Foi uma longa espera, incluindo uma indesejável mudança para um sobradinho alugado atrás da PUC. Alívio para a família inteira.
Uma nova estapa inicia para a família Azevedo.
Sexta-feira 27: na companhia de amigas
O almoço foi no Daimu pra comemorar os aniversários da Gabi e da Lu, as Doxxetes. Duas arianas na minha vida. Uma vez me disseram que áries é o meu signo de oposição. Parece negativo, mas acho que não é não. Se fôssemos todas muito iguaizinhas, não teria a graça que tem.
Parabéns, gurias.
E nessa sexta também recebi a visita da Eti, minha amiga querida que mora no Rio. Infelizmente, ela veio pra cá por um motivo muito triste, a perda de alguém da família. Mesmo assim, trouxe pra minha casa seu sorriso fácil e suas histórias sempre engraçadas. Uma injeção de ânimo em pouco mais de uma hora e meia de conversa.
Eti, tão longe, tão perto.
baile da cidade
Ontem fui ao Baile da Cidade, a festa que acontece todo ano, há 20 anos, na Redenção, para comemorar o aniversário de Porto Alegre. Moro na capital há quase 13 anos e nunca tinha ido ao tal baile. Não sei por quê. O evento é bem legal, considerando o que entendo ser sua proposta: reunir pessoas de todas as idades e classes e oferecer a elas entretenimento gratuito em um espaço público.
Os segredos pra curtir o evento são: não se importar em beber cerveja não muito gelada, direto da lata e tirada daqueles isopores bem sujos cheios de gelo derretido; relaxar ao constatar que vc só gosta de uma a cada dez músicas que tocam, e olhe lá; aguentar na boa os bebuns dançando funk perto da sua mesa, normalmente trajando camisetas do Internacional; esquecer que quem promove o evento é a prefeitura de Porto Alegre, que deixa tanto a desejar em outras áreas (mas que, pelo menos, não economizou no policiamento).
Acho que o maior segredo é estar de bom humor, e isso eu estava ontem à noite. Dancei até as 3 horas da manhã na companhia da Dani, do Fredo, da mãe da Dani e de uma galera que eu nem conhecia, mas que conhecia meus conhecidos. Boa parceria é fundamental também.
Apesar da festinha divertida, venho pensando muito sobre Porto Alegre ultimamente. Não é mais a mesma cidade de 1996, quando vim de mala e cuia saída de uma provinciana Guaíba ali do outro lado do rio. A cidade mudou, eu mudei. Algumas coisas das quais me orgulhava já não existem mais. Porto Alegre me parece apenas mais uma grande cidade brasileira afundada em problemas.
Acho que eu mudei mais que Porto Alegre.
25 de mar. de 2009
Aaargh, chega!!

Louca pra escrever sobre muitas coisas, mas o meu censor interno me impede. Preciso me libertar. Coisas incríveis aconteceram no último final de semana. Minha vida mudou. Eu mudei. Assim, de sexta pra segunda. De um dia pro outro. Da água pro vinho. Chega. Escreverei sobre futilidades até conseguir encarar tudo isso de frente. Meu próximo post será sobre moda. Maquiagem. Sapatos. Batons (a Eti, minha mais fiel leitora, que sugeriu). Qualquer coisa que seja leve, sem impacto, sem traumas.
Mas ó, acho que tudo veio pra melhorar. Não há tragédias. Só mudanças. Um pouco mais de clareza. Uma pitada de certeza. Uma porção de descobertas. Compreensão. Aaargh, chega!!
16 de mar. de 2009
alguém lê esse blog além de mim. isso não é uma pergunta
Devo confessar que ter um blog é meio que estar numa prisão. Ou, no mínimo, com uma obrigação com sei lá eu quem ou o quê. No início era comigo mesma, mas a partir do momento em que tem gente entrando aqui, seja pra dizer "mas que merda é essa?", seja pra descobrir que não era bem o que estava procurando, seja por pura curiosidade de saber o que essa tal Fernanda Vier escreve num blog... não importa, entrou, tem que ter alguma coisa pra ler, e não pode ser de um mês atrás.
Não tenho compromisso algum com isso aqui. Escrevo o que dá na telha (ou nem tanto, preciso flexibilizar meu censor interno), na hora que consigo, sobre assuntos que normalmente só dizem respeito a mim mesma. E o que me motiva a não parar são basicamente duas coisas: praticar a escrita e deixar algo para a posteridade além de fotos. O engraçado é que eu pratico a escrita diariamente, já que trabalho em uma empresa de conteúdo. Mas é que aqui eu só escrevo sobre o que eu penso e quero. Essa é a diferença.
Quanto a deixar pra posteridade, eu que digo agora, que merda é essa? Sei lá, mas alguém vai ler isso daqui 40 anos além de mim mesma. Isso se os servidores do Google aguentarem até lá.
8 de mar. de 2009
meu primeiro violão
Mas hoje passei aqui só pra contar que comprei meu primeiro violão. Um Gianini bem vagabundo. Achei que não valia a pena investir agora em nada muito melhor. Afinal, seria um pecado colocar um bom violão nas mãos de uma iniciante que ainda nem sabe direito as notas. Se eu fizer por merecer, daqui um ano, talvez menos, compro um daqueles bonitões (e caros) que vi na loja.
Estou feliz por ter um violão. Mas putz, como é difícil tocar esse negócio! Me sinto como uma analfabeta tentando aprender a ler. Mas não vou desistir. No futuro, vou ler este post e dar risada, pois será muito fácil tocar violão. Me aguardem!
Ontem fiquei um tempão brincando de tocar (coitado do Fredo... o amor é surdo) e resolvi tirar uma foto pra registrar meu primeiro violão. E pra ver como eu fico. Adorei! Me achei o máximo. Imagina quando estiver tocando de verdade. Olha que meiga:
Breve em áudio e vídeo.
25 de fev. de 2009
cinema, liquidação ou como preencher um feriado de carnaval
Cute!
23 de fev. de 2009
turismo em porto alegre
Aí começamos a olhar os hotéis de Porto Alegre. Não é a primeira nem a segunda vez. Já nos hospedamos no Blue Tree (lá nos altos da Lucas), no Manhattan Apartments (curiosamente, na mesma rua em que moramos), no Novotel (na noite do casamento, alguns chamam isso de lua-de-mel) e no Millenium Flat, ali na Borges, de frente para o rio.
Podem achar meio estranho, mas é uma experiência interessante. Acho melhor que ir a motel. Você passa uma noite num quarto diferente, com uma super infra, um belo café-da-manhã e com todo o "glamour", digamos assim, de se hospedar num bom hotel. E nada de pernoite, a diária dura 24 horas. E o risco de pensarem que você é amante do cara que está dirigindo o carro é muito menor.
Desta vez, decidimos ficar novamente no Millenium Flat, da rede Blue Tree. Tinha a melhor relação custo/benefício, principalmente pela promoção que incluía early check-in e late check-out - em bom português, entrar antes e sair depois. Demos sorte, pois entramos no ensolarado e infernalmente quente domingo de carnaval, e aproveitamos umas boas horas da piscina instalada na cobertura do prédio de 21 andares.
Saca só a vista.
Fredo perdendo de olhar a bela vista da cobertura do Millenium
O céu ficou bem bonito no final da tarde. A sacada é da cobertura do Millenium.
Uma Porto Alegre mais bonita: rio (lago), árvores do parque Marinha, Gasômetro e anfiteatro Pôr-do-Sol
O legal desse hotel é justamente a vista. Pra quem mora na parte baixa do Rio Branco, ver Porto Alegre dessa altura é algo diferente. Não é todo dia que vemos o rio Guaíba (ou lago, que seja...) desta perspectiva. E mesmo a cidade, por mais feia que pareça lá de cima. De noite, choveu bem forte. E vimos a chuva da sacada do quarto, que ficava no décimo primeiro andar. Acho que nunca vi chuva tão bonita!
Confesso que essas coisas me dão um prazer danado. Dondoca por um dia. É engraçado, porque abomino dondocas. Mas ter momentos de dondoca não me parece nada grave. É gostoso, faz bem pro ego. Depois a gente volta à vida real, sem traumas. Que foi exatamente o que aconteceu quando fechamos a conta no Millenium, entramos no carro e voltamos para nosso simpático e limpinho dois-quartos-sala-cozinha-banheiro do Rio Branco. Ainda bem que a vida real é bem boa também.
20 de fev. de 2009
decisão drástica II
8 de fev. de 2009
by the way...
sobre as férias
Segundo, a gente se acostuma mal. 10 dias sem preocupações domésticas. Sem lavar louça. Sem hora pra dormir ou levantar. Sem domingo ou segunda-feira. Tomando cafés-da-manhã homéricos. Abrindo os trabalhos antes do almoço. Comendo camarão dia sim, outro também. Por essas e outras que a volta à rotina costuma ser tão traumática.
Quero muito escrever mais sobre as férias, contar e mostrar os lugares que conhecemos, as coisas boas e ruins, as quentes e as frias. Mas ainda não tive tempo pra isso. Consegui pelo menos colocar as fotos no Orkut, pra saciar a curiosidade dos amigos. Eu não me contentei em voltar à rotina, já fui logo arrumando um monte de coisas extras pra fazer. Curso de Arquitetura de Informação na Perestroika, retorno à ginástica 3 vezes por semana, aula de violão... e vem mais por aí, 2009 será um ano de muitas metas a serem atingidas.
Enquanto preparo o superpost sobre a viagem, deixo essa prévia com algumas fotos legais.

Praia de Tatuamunha, litoral Norte de Alagoas (Rota Ecológica)
Coqueiral visto do mirante da Praia do Gunga, litoral Sul de Alagoas


