Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens

24 de fev. de 2010

confesso


Adoro histórias. Confesso, gosto até das comuns, fúteis, mundanas. E também das profundas, edificantes. Whatever. Sabendo discernir entre o que te edifica e o que te entretém, é só relaxar. E se deixar envolver.

É por isso que eu confesso que...

...eu vejo Big Brother. E não resisto a uma novela das oito (aquela que começa depois das nove). Como diria o poeta e filósofo Pedro Bial, sempre dou uma espiada. Nem que seja pra falar mal, apontar furos, dar risada. Ou dar de ombros.

...meu controle remoto adora parar em America's Next Top Model, Brasil's Next Top Model, Project Runway, American Idol e tudo quanto é reality show que tem por aí. Até Supernanny.

...sou viciada em Desperate Housewives e em Brothers & Sisters.

…morro de rir com Two and a Half Man e The Big Bang Theory.

...gostaria de não perder tantos episódios de House.

...me comovo com as histórias de Cold Case.

...me impressiono com os casos de Law & Order SVU.

...sinto saudade de Sex and The City e vejo as reprises sempre que posso, mesmo sabendo de cor.

...gostaria de ter acompanhado Friends no tempo em que era inédito. Ainda assim, adoro.

...de vez em quando vejo Gossip Girl e acho ótimo.

...fiquei triste quando soube que cancelaram Ugly Betty na quarta temporada.

...preciso de uma nova série para chamar de minha. The Good Wife está entre as candidatas.

...entre um livro e outro, sempre dou um jeito de encaixar um best-seller.

...entre um filme e outro, sempre descubro um blockbuster que vale a pena. Tá, vá lá, não seeeempre...

...choro (muito!) em comédias românticas. Até nas mais toscas.

...agradeço o advento da TV a cabo neste país e na minha casa em especial. Nada como ter sempre uma (boa?) história ao alcance do dedo.

13 de jul. de 2008

só porque eu falei (pensei, escrevi)...

Juro que eu não tinha a menor idéia de que existia mesmo a intenção de fazer uma seqüência de Sex and the City - O Filme. Nem sei porque escrevi aquilo no post de 14 de junho. Acho que foi porque eu curti muito o filme e ele me deu aquela sensação de gran finale, e por um segundo imaginei uma desnecessária continuação.

Mas estava lendo antes o blog da Julia Petit e confirmei. Parece que já estão até negociando. Ok, quem sou eu pra ser contra, né? Que venha mais Carrie e Mr. Big. Agora convenhamos: os roteiristas vão apelar pra quê? Mais uma separação dos dois? Sim, porque mostrar o casal feliz pra sempre não vende ingresso de cinema. Ai ai... só de pensar, já cansei.

14 de jun. de 2008

uma ode ao amor... e à futilidade

Ontem eu falava sobre sentir saudade de livros. Tem uma outra coisa de que eu também sinto muita saudade: Sex and the City. Durante uns cinco anos a série foi uma espécie de alimento pra mim, era um compromisso inadiável. Mas aí ela terminou e eu fiquei devastada, órfã, igualzinho àquela sensação de quando os bons livros acabam.

Hoje matei a saudade indo ao cinema assistir a Sex and the City - O Filme. Nada menos do que o gran finale de uma história que acabou no momento errado. Não podia ter terminado ali, com tantas coisas a serem resolvidas. Como sobreviveríamos sem saber o que de fato aconteceria com Carrie e Mr. Big? Ok, ele foi atrás dela em Paris, e foi lindo, mas e aí? Daria certo?

Os críticos obviamente falaram mal do filme. O que eles precisam entender é que esse filme não foi feito para os críticos, mas para os fãs. Danem-se os críticos. E o roteiro nem é tão ruim quanto disseram. Who cares se Manolo Blahnik, Lois Vuitton e Vivienne Westwood são tão personagens quanto Carrie e Samantha? Não fosse assim, não seria Sex and the City.

Ok, eu admito: essa é uma opinião de fã. Portanto, carece de qualquer bom senso e critério. Se eu fosse isenta, criticaria o filme de cabo a rabo, diria que ele é raso como um pires e fútil como Paris Hilton. Mas não. Para uma saudosa fã, nada disso importa. Eu era uma sedenta consumidora que teve suas expectativas totalmente satisfeitas.

E vejam do que estamos falando: da insegurança de ter quarenta anos e ser burocraticamente pedida em casamento por um cara que já aprontou todas. Do estranho sentimento de quem sempre foi autêntica estar vivendo a vida de outro. Do medo de que alguma coisa estrague a felicidade extrema. Da dor de ser traída pelo homem amado. Histórias de qualquer mulher, certo? Releve o fato de elas viverem em Nova York em meio a sapatos e vestidos de grife.

Definitivo (espero sinceramente que não façam uma desnecessária seqüência), emocionante e... fútil. Sex and the City é uma ode ao direito que toda mulher tem de ser piegas, apaixonada e totalmente fútil.

1 de jun. de 2008

by the way...

Não foi exatamente o melhor domingo da história, embora eu o tenha passado mais ou menos como quase todos os últimos: no sofá, assistindo a meia dúzia de seriados estadunidenses e com o notebook no colo, navegando na web e trabalhando um tiquinho.

Mas também, né. Desde a última quinta-feira o frio aportou por essas bandas indócil. E olha que faltam quase 3 semanas pro inverno! Não deu outra: acordei hoje malexa, com uma sensação desagradável de gripe. Acho que a saída de ontem à noite ao show da Karine ajudou a me deixar nesse estado, porque ficamos um tempo ao relento e o teatro não era dos mais quentes.

By the way, o show da minha profe foi nota 10. Minhas convidadas - mãe, Bel e mana - adoraram. Fiquei tão feliz. A Karine é um supertalento e merece ser reconhecida.


O bom é que agora eu tenho uma médica particular que dá consulta pelo messenger. Que ninguém do Cremers leia isso, mas a minha maninha mata a pau. Ela já sabia tudo de drogas (ok, medicamentos), porque quase se formou farmacêutica, mas agora que migrou para o sonhado curso de medicina, sabe tudo e mais um muito. E eu, diante da menor anormalidade fisiológica, discuto com ela os sintomas antes de tomar qualquer decisão.

Se já é ótimo ter uma estudante de medicina na família, imagina uma médica. Falta uns aninhos ainda, mas a gente espera, né, neném?

By the way, incrível a diferença entre minha irmã e eu neste aspecto. Então outro dia eu não fiquei com náuseas simplesmente por ler textos da área da saúde, por conta de um projeto da Doxxa em que tivemos que produzir conteúdo para o site de uma empresa do ramo? Sem falar em ambiente de hospital, conversas sobre doenças, papo de hipocondríaco, cheiro de remédio. Odeio muito tudo isso. Já minha irmã não sabe viver sem.

Mas uma coisa temos em comum: gostamos de House, a série do médico brilhante e ranzinza que passa no Universal Channel. Aliás, eu dei a dica pra ela sobre o seriado, mas ela demorou a se render aos (des)encantos de House porque achava que iria "trair" ER. Ora, até parece, House é muito melhor. Apesar de uma ou outra cena mais explícita de piripaques, cirurgias, biópsias e etc., tudo é compensado pelo sarcasmo inteligente do protagonista.

E o melhor é que até os professores do curso de medicina da PUC assistem! Ahan, mana told me. Pois não é que as investigações e os diagnósticos aparentemente malucos da série têm fundamentação científica? Nos EUA, um médico analisou cada episódio, constatou a veracidade e publicou tudo num livro. House subiu no meu conceito quando soube disso.

Bueno, era isso. Se o analgésico que eu acabei de tomar não me derrubar antes, vou assistir agora a Desperate Housewives, minha outra paixão televisiva. Até a próxima.