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9 de mai. de 2008

buenos aires: dicas, destaques e comparações com porto alegre (sorry!)

Aí está. Enfim consegui postar no blog tudo o que eu queria dizer sobre nossa viagem a Buenos Aires. Foi de 30 de abril a 5 de maio. Selecionei o que mais chamou a nossa atenção e o que valia a pena contar. Como já tinha comentado no post do dia 6, não resisti e fiz algumas comparações com Porto Alegre. Elas estão nos destaques BA x PoA e se referem ao assunto principal do post. Muitas poderiam se estender ao Brasil, mas preferi não arriscar e falar só aqui dos meus pagos.

A intenção é passar impressões e dicas de quem, como nós, viaja sempre por conta própria, escolhe sozinho os programas, os hotéis, os passeios. Temos aversão a pacotes e excursões de agências e nunca recorremos a eles. Então a nossa visão é diferente de quem viaja com roteiro certo, faz citytour, anda com guia... apesar disso, fizemos vários programas tradicionais que valem a pena.

Também quis deixar aqui o registro dessa viagem, que foi tão boa, certamente inesquecível, assim como serão todas as muitas outras que faremos a Buenos Aires nessa vida, uma cidade que vale ser visitada todo ano. Rezemos para que o câmbio permaneça ao nosso favor, e dá-me dos!

palermo, o bairro

Essa foi a grande sacada dessa viagem: se hospedar em Palermo. É o bairro mais cool de Buenos Aires e passa longe do circuito turístico tradicional, o que permite que você tenha uma experiência muito mais “porteña”, mais autêntica. Os primeiros três dias foram totalmente dedicados a desbravar o bairro, que é enorme e tem atrações para todos os gostos: comida, bebida, compras, fitness, ócio...

esquinas

Buenos Aires é a cidade das esquinas – em cada uma tem um bar ou um restaurante (às vezes uma loja) e em todos dá vontade de entrar. Em Palermo, elas se multiplicam. O bairro é todo quadradinho, as ruas não têm curvas, favorecendo o aparecimento de milhares delas. Não é raro encontrar um cruzamento com quatro opções etílico-gastronômicas, uma em cada esquina. Sem falar nas que ficam no meio das quadras.

las cañitas

Este núcleo etílico-gastronômico fica dentro do bairro de Belgrano e é perto de Palermo (uns 8 pesos de táxi). Literalmente, aqui tem um restaurante ao lado do outro, a maioria na rua Baez. Muitos se transformam em baladas depois de um certo horário, o que é bem comum em Buenos Aires. Fomos duas vezes lá: a primeira na pizzaria Morelia, superconcorrida e aconchegante. Provamos uma gostosa pizza feita na parrilla. Mas o melhor foi a sobremesa, sobre a qual já falei no post do dia 1º. Outro dia me dei conta de que esse doce foi tão bom que praticamente saciou minha vontade de comer sobremesa em BA (perdi a vontade de comer os “postres”!).

A segunda vez foi no almoço do feriado. Já eram 4 da tarde quando sentamos no La Fonda del Polo e pedimos uma parrillada completa, com direito a rins, tripas e tudo o mais. Eu quis porque gosto da morcília – o Fredo não suporta nada disso – e até me aventurei a provar aquelas partes todas. Mas me certifiquei de que não é a minha praia.

parques

Palermo concentra o maior complexo de parques de Buenos Aires. Passamos a manhã do feriado passeando por lá. Vale a visita, mas dá aquela vontade de tomar um chimarrão... e olha que eu nem sou muito de chimas. Apesar de ser infinitamente maior, parque sempre dá aqueles ares de Redenção, a lembrança é inevitável. Ali também visitamos o Jardim Japonês, uma graça de lugar, todo bonitinho e cuidadinho. Vale pelas fotos.

BA x PoA: Parques. Aqui, Porto Alegre perde feio. Os parques de Palermo são incrivelmente limpos e tudo está inteiro. Não há depredação, os monumentos – e olha que são muitos – são respeitados. Dá uma dor perceber a diferença.

Um laguinho e uma pontezinha não poderiam faltar, não é?

O Jardim Japonês é fofo!

monumentos

Buenos Aires tem dezenas, talvez centenas de monumentos. Eu não dava muita bola para monumentos até ir para Montevideo no ano passado e ficar hospedada num hotel com vista para uma estátua do Simon Bolívar montado em um cavalo. Lá também tem monumentos lindos. Daí eu me dei conta: claro, a cidade que eu moro tem tão poucos que a gente simplesmente não tem o costume de admirá-los. Em Buenos Aires eles estão lá, imponentes, bem cuidados. Adorei cada um deles, mesmo às vezes sem saber de quem se tratava. Eles embelezam a paisagem urbana e dão vida à história. Por que não temos uma estátua de Bento Gonçalves montado num cavalo? Me diga, por quê??

BA x PoA: Monumentos. Além de ter bem menos monumentos, em Porto Alegre (e em outras cidades do Brasil, eu sei) eles são depredados, pichados, roubados. Brasileiro não respeita o patrimônio público, o que é muito triste. Nossos hermanos agem bem diferente.


General San Martín, na bonitinha e bem cuidada Plaza San Martín, bem no Centro.

No parque de Palermo tem uma área dedicada a poetas e escritores. Esse aí é o Shakespeare!

Este foi um presente que a Argentina recebeu da Espanha.

O Fredo não resistiu e posou ao lado desse mulherão aí. Ela representa a "Pampa".

Mais um herói argentino montado num cavalo. Esse eu não lembro o nome...

refeições

Comer está entre as melhores atrações de Buenos Aires. Eles são bons na cozinha. Quero ressaltar os menus executivos, que substituem com vantagens os buffets daqui. São muitas e ótimas opções. A maioria dos restaurantes abre de manhã e vai mudando o cardápio ao longo do dia: café da manhã, almoço executivo, merenda (tipo um lanche da tarde), happy hour, jantar. Agora, uma coisa é certa: ô povo que gosta de sobremesa! É difícil ver alguém que recuse o postre. E até que são magros! Não foi dessa vez que eu descobri a receita dos porteños para se manterem na linha.

BA x PoA: Almoçar fora. O almoço executivo porteño é uma experiência diferente. Não sei como é o horário de almoço deles, mas deve ser maior que o nosso, porque as coisas acontecem lentamente. Não tem a correria que tem aqui, que você entra no restaurante, pega o prato, se serve no buffet, pesa, senta, pede a bebida, come, bebe, levanta, entra na fila pra pagar e vai embora. Ou seja, você faz tudo, o garçom traz no máximo a bebida. Lá não: tem couvert, entrada, prato principal, sobremesa e cafezinho. A conta é paga na mesa – e demora a chegar. Depois ainda tem o troco e a propina. Confesso que não consigo me imaginar, num dia de trabalho, almoçando nessa calma toda. Mas acho que eu me acostumaria rapidinho.

espumante e tábua de frios

Repetimos o que fizemos em 2006: escolhemos um restaurante descolado para jantar e pedimos uma tábua de frios e um espumante Chandon Extra Brut. Foi na Mama Racha (nome estranho!), numa das muitas esquinas de Palermo Soho. Detalhe: o espumante custou 44 pesos, ou uns 25 reais. Desafio qualquer um a encontrar no Brasil um restaurante que sirva Chandon a menos de 50 reais. Aliás, o preço que pagamos lá é menor que o do supermercado daqui. Bueno, sobre a tábua, nem pense em comparar com as nossas. O destaque são os fiambres, deliciosos. Presunto é de verdade, não são embutidos. Os salames, o presunto cru, tudo de primeira. Recomendo.

BA x PoA: vinhos e espumantes. Tomar espumante em Buenos Aires não é nenhum atentado para o bolso. Os preços são justos, só isso. O mesmo vale para os vinhos. Por 20 reais você toma no restaurante um Malbec de ótima qualidade. Beeem diferente de Porto Alegre, não é? Melhor nem comentar.


Um brinde ao espumante barato!

Ei-la.

compras

Buenos Aires também é sinônimo de boas compras. Nas outlets da Av. Córdoba dá para encontrar várias barbadas, mas a melhor descoberta foram as “outlets chiques” da rua Aguirre, não muito longe dali. Na esquina com a Gurruchaga, por exemplo, tem a outlet da Puma, onde fizemos a festa. Tem ainda da Cacharel, da Lacoste... enfim, é grife por muito menos. Também vale bater perna na Av. Santa Fé, na altura da livraria El Ateneo, aquela famosa. Tem uma loja ao lado da outra e pra todos os bolsos. E, claro, a Calle Florida, que é uma Andradas melhorada e mescla comércio popular e chique, com direito a colírio para os olhos: as Galerias Pacifico, um shopping lindo por dentro e por fora. Mas, na Florida, prepare-se para o assédio e para dizer "no, gracias", porque aquele povo reconhece turistas de longe.

Ah, e como não mencionar os freeshops do aeroporto de Ezeiza. Parada obrigatória!

recoleta

O Moinhos de Vento que me desculpe, mas chique mesmo é a Recoleta. Tudo é lindo, cada prédio, cada loja... passamos o domingo nesse bairro charmoso, passeando pela feira de artesanatos, pelo shopping de design, pelas ruas... visitamos o chiquérrimo shopping Pátio Bullrich, fomos no cemitério ver o mausoléu da Evita Perón (até que foi interessante a experiência) e fomos no Hotel Alvear, que merece um texto a parte.

BA x PoA: Chique e sem salto. Ser chique em Buenos Aires não significa, obrigatoriamente, andar na rua se equilibrando num saltão. Porteñas de todas as idades e classes sociais são adeptas dos sapatos baixos, e não deixam de ser chiques por isso. Eu achei o máximo, ainda mais agora, que estou usando cada vez menos salto (apesar de amar). Já aqui na capital dos Pampas, se não usar salto, não está bem arrumada.

No Pátio Bullrich.

Foto clássica com as vaquinhas da Recoleta. Aí é no shopping Buenos Aires Design.

chá do hotel alvear

Tomamos um indescritível chá da tarde no Hotel Alvear. Não fosse minha jeans skinny, teria me sentido a própria Maria Antonieta. Foi, sem dúvida, a grande descoberta da viagem. Fizemos a reserva ainda em Porto Alegre, chegamos lá antes do horário (começa pontualmente às 17h), depois de passar o dia passeando pela Recoleta, e ficamos lá, esperando ansiosamente pelo momento de adentrar aquele salão a la século XVIII. Nossa mesa era no aconchegante jardim de inverno. O serviço é impecável, as louças são especiais, os talheres são de prata, os guardanapos são made in Italy. O chá é composto por sanduichinhos, pãezinhos e docinhos delicados e deliciosos, acompanhado por chá e uma taça de espumante. Que momento!

Na recepção do hotel Alvear, como Maria Antonieta.

Antes de atacar as guloseimas, pausa pra foto.

Agora mais de perto.

Dispensei o adoçante para usar o torrão de açúcar no chá. Chique, chique, chique!

o centro

O Centro de Buenos Aires concentra centenas ou milhares de prédios históricos, a maioria bem conservada, o que ajuda a tornar o bairro bonito. No Brasil, com raras exceções, o centro de qualquer grande cidade é feio, cinza e sujo. Lá, não. Ok, o Centro não é lá muito limpinho, mas é visível a preocupação que a cidade tem com a sua história. Prova disso é que Buenos Aires – que bem poderia ser cravada de arranha-céus – é uma cidade relativamente baixa, porque eles não saíram derrubando tudo, preferiram conservar, restaurar.

O mais inacreditável do Centro de Buenos Aires é o fato de que ali se pode andar tranqüilamente num domingo à noite – repito: NUM DOMINGO À NOITE – sem ser assaltado e sem morrer de medo. Foi o que fizemos no dia 4, quando saímos do hotel Íbis, onde nos hospedamos depois dos três dias em Palermo, e fomos caminhando pela Avenida de Mayo, cruzamos a 9 de julho, chegamos na Lavalle, enfim, ficamos ali caminhando até cansar, para então escolhermos um restaurante para jantar. Isso tudo num domingo após as 22 horas.

BA x PoA: Centro. Você andaria em plena Borges de Medeiros num domingo à noite? Ou na Andradas? Você faria isso com tranqüilidade? Em Buenos Aires isso é possível. Não estou dizendo que lá não tem criminalidade, mas céus!, tem bem menos que aqui. É duro constatar isso, porque eu estava aqui do lado, é América do Sul igual. E mais: Buenos Aires é muito, mas muito maior que Porto Alegre.

Na Av. Corrientes, na altura da Casa Rosada, a gente vê o Obelisco lá longe, bem no meio. Isso que é simetria!

Outro prédio belíssimo em plena Calle Florida.

O prédio da Galerias Pacífico nem parece de um shopping.

Em frente à Plaza San Martín tem esse prédio do hotel Plaza com uma H.Stern na esquina. Um charme.

6 de mai. de 2008

uuuufaaa...

Affffmaria, tô de volta. Viajar é bom, mas também pode ser bem cansativo! Chegamos ontem por volta das 23h30, depois de uma verdadeira epopéia no aeroporto de Ezeiza, com direito a briga com os funcionários da Gol de lá. Putz! Resolveram implicar com as nossas inofensivas 18 garrafas de vinho! Míseras 18! Não dá nem pra 1/5 do inverno!

Apesar do retorno nem tão glamuroso, valeu cada minuto. Tô doida pra registrar aqui. Infelizmente, depois do post naquele tempinho que sobrou na Solar Soler, não consegui mais parar. No Íbis, mesmo que eu quisesse, no way: a internet é paga (aaargh! peguei asco a essa palavra). E hoje saí trabalhando direto sem tempo de respirar.

Mas vou preparar um material bem legal sobre Buenos Aires, porque é irresistível. Quero fazer uma comparação BsAs X Poa. Bah, por mais injusto que seja, vou fazer, azar. Tá tudo aqui na cuca, ainda não sei quando terei tempo pra escrever e pra baixar as fotos, que ainda estão na máquina. Mas será em breve, porque meus dedos estão coçando.

Agora, o mais difícil depois de 6 dias longe de casa: voltar a comer que nem gente normal. Sim, porque turista come diferente. Hoje foi saladinha e peixe grelhado no buffet do Brique. No jantar (que saudade da comida do Fredo!), filé acebolado com arroz branco e saladinha. Mmmmm! A gastronomia é uma das melhores partes de qualquer viagem, mas o saldo é quase sempre péssimo. Nada como estar em casa para fazer as pazes com a balança e com a nutricionista.

1 de mai. de 2008

tem internet na Solar Soler...

É óbvio que tem internet. Ñ resisti e vim postar um pouquinho. Apesar de o meu notebook ter teclado em espanhol e eu estar bem habituada, esse aqui ñ tem o "til" em lugar nenhum, entao me perdoem os erros. Pelo menos o "nao" eu posso escrever com o ñ, que facilita horrores.

Hoje é o nosso segundo dia aqui em BA. Ontem foi bem cansativo, viajar sempre cansa e como eu estava tri ansiosa e ñ tinha dormido direito as últimas noites, cheguei aqui podrinha. Mas deu pra aproveitar. A pousada que estamos fica em Palermo, o melhor bairro de BA. Se chama Solar Soler, porque fica na rua Soler. Palermo é dividido em vários sub-bairros, aqui é o Palermo Hollywood. Passando o trem, está Palermo Soho, onde estao muitos bares e restaurantes legais.

Mas aqui em Hollywood também tem vários locais para comer e beber. Ontem almoçamos no Carita Morena um menu executivo. Mooorro de inveja dos porteños que podem almoçar desta maneira: entrada, prato principal, sobremesa e café. Querendo, uma taça de vinho. Tudo por módicos 20 pesos, por aí. Por que em Porto Alegre tem só buffets e a gente come correndo? Aqui é tudo mais calmo, as pessoas têm menos pressa.

É inevitável comparar os lugares que a gente visita com o lugar que mora. Ficar achando o que é melhor e o que é pior. Pois bem, taí algo que me faz invejar os porteños. Os menus executivos, baratos, ótimos e na medida certa.

À noite, depois de uma boa dormida na pousada para espantar o cansaço, fomos a Las Cañitas, um dos bairros mais boêmios de BA. Fomos na Morélia, uma pizzaria, e provamos uma gostosa pizza à parrilla. Mas o melhor foi a sobremesa: Dulce Julieta, um bolinho tipo brownie, com chocolate e nozes, mais chantili e sorvete de chocolate. Divino! O jantar todo saiu por 100 pesos, o que dá menos de 60 reais, com direito a Stella Artois de litro. Ou seja, baratinho!

Bom, eu poderia contar o que fiz hoje, mas como nem pretendia postar nada durante a estada em BA, vou ficando por aqui. Um dia de defasagem tá mais que bom. Ah, e ñ revisei nada, portanto, perdoem os erros, além da falta de "til".

Hasta la vista! Fotinhos depois, só vou baixar em casa!

27 de abr. de 2008

miniférias

Agora sim, falta bem pouco. Daqui pouco mais de dois dias estaremos em Buenos Aires. Estou ansiosa! Tem tanta coisa que queremos fazer, que às vezes acho que não vai dar tempo. Apesar de não ser nossa primeira vez lá, temos muito pra ver, os restaurantes, os vinhos, as compras...

Nesses últimos dias eu trabalhei um monte (e ainda tem dois dias de muito trabalho) pra deixar tudo em ordem lá na empresa e poder viajar tranqüila. Por isso não escrevi nos últimos dias, e também porque eu já postei muito no mês de abril (teve toda a história do Ricardo e da Fê). Pior é que eu acho que vou ficar mais vários dias sem dar as caras por aqui, pois, sinceramente, sentar num cyber café em BA e acessar a internet não está nos meus planos. Mas pretendo registrar os momentos mais legais e fazer vários posts durante o mês de maio sobre a nossa viagem à capital argentina.

Lembrei agora de uma coisa: desde as nossas férias em Salvador (verão de 2005), eu costumo anotar as coisas que fazemos num papel. Quando chegava em casa, passava a limpo num arquivo de Word, num formato de diário. Fazia isso simplesmente pra não esquecer das coisas que tínhamos feito, os lugares visitados, essas coisas todas. Tá lá, guardado numa pasta do computador, e nunca ninguém leu. Mas agora eu tenho o blog! Vai ser muito legal poder registrar aqui, com direito a fotos (e quem sabe vídeos!) todas as minhas viagens.

Preciso viajar mais!

19 de mar. de 2008

contagens regressivas


Minha vida é uma sucessão de contagens regressivas. Sempre tem alguma coisa pra acontecer daqui um mês, daqui um ano... No momento, são duas: a viagem pra Buenos Aires no feriado do Dia do Trabalho; e o casamento da minha amigona Fer com o meu também amigão Ricardo. Este acontece daqui a exatamente um mês, e como ela mesma disse hoje num torpedo, parece até que eu estou mais ansiosa que ela. Mas não é pra menos. Eu sou praticamente a responsável pelo evento, pois sem minha intervenção, esses dois não tinham se encontrado. Ou tinham? Sei lá, o destino foi tão forte nesse caso que eu não duvido nada. Mas o fato é que eu vou ao casório como madrinha e cupido. Baita responsa! Outro dia eu conto com detalhes essa história que dava até um livro.

E só uns 10 dias depois nós embarcamos pra BA. Eu amei a viagem de 2006 e sei que dessa vez vai ser melhor ainda. Cinco dias com tudo do bom e do melhor. Eu amo viajar e chego a ficar mal se não tenho nenhuma viagem agendada. Mesmo que seja daqui um ano, o importante é ter uma viagem pra planejar. A viagem não começa no avião ou no carro ou no ônibus... começa bem antes, no planejamento, no sonho. BA, tô chegando.

Só pra relembrar, postei essa foto maluca aí em cima, tirada em uma bela e fria noite de domingo em Puerto Madero. Parecemos fantasmas! Não sei por que saiu com esse efeito, mas eu curti.